Olá, pessoal! Tudo bem? Então, hoje temos mais uma entrevista aqui no blog! \o/

O entrevistado da vez é o Jim Carbonera, autor de "Divina Sujeira" e "Verme!" (clique aqui e seja redirecionado para a resenha do livro).

Confiram logo abaixo uma pequena biografia sobre o autor e em seguida a entrevista que fiz com ele:


Jim Carbonera nasceu no Brasil, em 1982. Formado em Turismo, preferiu arriscar-se na literatura ficcional. Sua musa inspiradora é a cidade de Porto Alegre, onde reside. É amante da arte alternativa e provocativa, e autor dos livros Divina Sujeira (Multifoco, 2011) e Verme! (Boêmia Urbana, 2014).

1- Primeiramente quero te agradecer por ter aceitado fazer a entrevista. Bom, por que não começamos a entrevista com você se apresentando para os leitores? Conta para a gente: Quem é Jim Carbonera?

Fico muito grato pelo espaço cedido em seu blog, Tony. Acho que este tipo de iniciativa é de suma importância para os escritores nacionais. Por isso lhe agradeço pelo convite da entrevista. Sou natural de Porto Alegre e resido ainda hoje nessa cidade que serve de inspiração para minhas escritas. Tenho como principais influências autores latino-americanos. Exemplo: Alberto Fuguet do Chile, Pedro Juan Gutiérrez de Cuba e Reinaldo Moraes do Brasil. Sou formado em turismo, mas exerci a profissão apenas por quatro anos. Abandonei-a para dedicar-me integralmente à literatura. Minhas obras têm como cenários ambientes ríspidos, libertinos, melancólicos e atrozes; e meus personagens possuem a subversividade como característica principal. Sigo o estilo literário do Realismo Urbano e Transgressivo. Sou autor dos livros Divina Sujeira (2011/2015), Verme! (2014) e em meados de outubro estarei lançando meu terceiro livro, intitulado: Royal 47.


2- Todo leitor e escritor tem uma história sobre quando começou a se apaixonar pela literatura, certo? Qual a sua? Quando você se apaixonou pela literatura e decidiu que queria ser escritor?


Li o livro Factótum do escritor Charles Bukowski. Quando terminei sua última página, estava dominado pelos relatos da obra. E ali pude ver que a literatura era muito maior do que eu imaginava. Que poderiam ser descritos relatos intensos e explícitos sobre temas simples, como um porre, um sexo malfeito etc. A partir daí, comecei a escrever num blog e, conforme elogios eram feitos, me peguei pensando na possibilidade de escrever profissionalmente. E foi o que fiz.


3- Como você vê o atual cenário literário brasileiro? Em comparação com o de alguns anos atrás, você vê melhorias nele? Ser escritor no Brasil continua sendo difícil?


Essa pergunta é complexa. É difícil um autor não ser publicado hoje em dia. Estamos lotados de editoras caça-níqueis. Publicam qualquer porcaria, não revisam, fazem péssimas capas etc. Claro que há editoras excelentes, porém, é quase impossível de conseguir um contrato com elas. Olham muito o mercado, não criam artistas, e sim, fantoches editoriais. Assim como as gravadoras de música, as editoras não se preocupam com a qualidade, visam apenas o lucro. E o que contribui para isso é a falta de questionamento e discernimento dos consumidores. Compram às cegas ou o que está na crista do momento. E há diversas formas de ser publicado: selos independente, pagar para editoras, fazer com editoras que trabalham sob encomenda e por aí vai. Então, não ter nenhum livro rejeitado hoje em dia não é motivo para soltar fogos de artifícios. Então, se por um lado há maior facilidade para ser publicado, por outro, ser escritor no Brasil continua sendo muito difícil. Pois esbarramos muito na cultura brasileira que valorizam muito o estrangeiro e desprezam o nacional. Não sei se um dia verei um equilíbrio maior de forças e uma concorrência mais justa.


4- Você e vários outros autores costumam fazer parcerias com blogs, não é? Queria que você me contasse sobre o papel dos blogs literários na sua carreira como autor!


Como divulgação é uma excelente opção. Além de nos aproximarmos mais dos leitores brasileiros. Essa integração é importantíssima. Em muitos casos, as resenhas nos blogs alavancaram minhas vendas e, principalmente, tornaram meu trabalho mais conhecido do público em geral.


5- O realismo urbano é uma característica marcante e desenvolvida com maestria em seu livro, “Verme!”. Qual a sua história com o realismo urbano? Você se inspira em algum autor que também faz uso do “gênero”?


Meu grande herói na literatura é o cubano Pedro Juan Gutiérrez. Se escrevo, devo muito a ele e aos seus livros. Ele foi o cara que me tirou as amarras, o medo e a censura da escrita. E me fez ter coragem de fazer um strip-tease para o leitor. A partir dele, do Charles Bukowski e do Alberto Fuguet, me aprofundei no Realismo Urbano, pois foi o estilo que mais me identifiquei. Sempre fui um adepto da realidade. Nunca gostei de fantasia (apesar de admitir sua importância e a grande demanda de fãs que tem), e esses autores serviram de estopim para me arriscar nesse gênero literário.


6- Falando em “Verme!”, você poderia nos contar sobre o processo de criação do livro? De onde surgiu a ideia de escrever a obra?


Admito que foi bastante sofrível o processo de criação do Verme!. Risquei e rabisquei muitas vezes. Digamos que as primeiras 20 folhas foram alteradas diversas vezes. Demorei em torno de sete meses para escrevê-lo. E a ideia surgiu para dar continuidade a vida do Rino Caldarola, mesmo protagonista do Divina Sujeira. Me afeiçoei pelo personagem. E queria descrever um pouco mais sobre a sua vida. Tinha muitas anotações. Não poderia acabar apenas com um ou dois livros. Minha ideia é escrever uma tetralogia sobre o Rino, e depois partir para novos projetos. 


7- Mesmo não te conhecendo pessoalmente, pude notar algumas semelhanças entre você e Rino (o protagonista de “Verme!”). Na sinopse da obra também é dito: “Entre o real e o fictício”. Portanto, quero saber: O que é real e o que é ficção em “Verme!”? E quanto de você foi utilizado na construção de Rino Caldarola?


Gosto de jogar com o leitor. De fazer esse misto de realidade com ficção. Deixar na dúvida o que é verdade ou pura invenção. E para isso acontecer, é primordial que o  criador e a criatura tenham algumas semelhanças físicas. Porém, a parte psíquica do protagonista é diferente. Posso confidenciar que ele é mais corajoso. Enfrenta a realidade de forma destemida. Não atua socialmente. É extremamente autêntico e sem meias palavras. Eu já tenho mais jogo de cintura, sou mais adaptável. Sei usar o cinismo quando me convém. Algo que pro Rino é quase uma tortura ter que fazê-lo. E sempre que penso no Rino, tenho a imagem dele bem definida na minha mente. Nunca o vejo como se fosse eu. Com certeza temos algumas semelhanças, mas, ainda assim, cada um em sua realidade.


8- Você gostaria de falar um pouquinho sobre cada uma das obras que você já lançou até agora e dizer por que as pessoas devem lê-las?


São livros que seguem o mesmo tema e apresentam o mesmo protagonista, porém, com ideias e intensidades diferentes. Nesta segunda edição do Divina Sujeira, a primeira parte é um romance protagonizado e narrado pelo Rino Caldarola. Na segunda parte da obra, são contos subversivos, com temas bastante polêmicos e contados em terceira pessoa. Nesses contos, abordo temas como estupro, vingança, castração, necrofilia, ménage à trois etc. Já o Verme!, é um livro mais reflexivo. Onde o personagem principal está inquieto e aflito com o que está se passando ao seu redor. Quer sair da casa dos pais, lançar um romance e mudar-se para uma das zonas mais boêmia da cidade. E dentro desses questionamentos, ele faz uma crítica social sobre diversos temas que nos deparamos diariamente. Me baseando pelo que leio constantemente nas resenhas, acho que as pessoas deveriam ler meus livros pela forma simples e clara que exponho a sociedade atual. Em muitos aspectos os meus livros mexem com o leitor. Não só no quesito satisfação, mas sim no aspecto tensão e repulsa. E isso pra mim é arte: quando somos testados,  enfrentados, desafiados. E somos obrigados a refletir. Arte não pode servir apenas para entretenimento. Ela tem que instigar os neurônios a trabalharem.
    

9- E sobre os seus próximos projetos? O que você pode nos contar a respeito deles?


Provavelmente em outubro lanço meu terceiro livro: Royal 47. Deixo aqui uma pequena sinopse da obra: Royal 47 nos remete ao ano de 2013, onde o protagonista Rino Caldarola se lança num novo período de sua vida. Abandonando tudo aquilo que sempre o prendeu a uma existência confortável e complacente, decide se arriscar em morar sozinho no bairro que é o reduto da boêmia porto-alegrense. Enquanto datilografa seu primeiro romance em sua Royal Quiet De Luxe 1947, Rino vive e sobrevive em meio a bares, motociclistas, trabalhos temporários e relacionamentos superficiais; se entregando avidamente aos desejos e perturbações que o seu novo ambiente lhe traz.


10- Por último, gostaria que você deixasse um recadinho para os seus fãs e leitores aqui do blog! Ah, e mais uma vez te agradeço por ter topado fazer a entrevista. Foi um prazer te entrevistar, Jim! :)


Agradeço o espaço concedido, Tony, e pela paciência dos leitores em lerem esta entrevista. Quem quiser conhecer um pouco mais do meu trabalho, podem acessar www.jimcarbonera.com Aqui encontrarão contos, redes sociais, WhatsApp, onde adquirir as obras etc. E um conselho: tentem sair do denominador comum e da zona de conforto. Se arrisquem em escritores diferentes: brasileiros, colombianos, chilenos, uruguaios. Tem muita gente boa na América do Sul, com uma intensidade maravilhosa. Tenho certeza que irão se surpreender positivamente.


Jim Carbonera na web: 

Site: http://www.jimcarbonera.com/
Facebook: http://facebook.com/jimcarboneraoficial
Twitter: http://twitter.com/jimcarbonera
Instagram: http://instagram.com/jimcarbonera



E aí, gostaram da entrevista? :) 

34 Comentários

  1. Jim começando tendência nos fornecendo seu whatsapp... Espero que outros autores sigam seu exemplo hahahah
    Curti muito a entrevista e gostei de conhecer o Jim e seu trabalho.
    Beijos
    Balaio de Babados

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    1. Oi, Luiza! Pois é, também espero que outros autores façam isso! hahaha
      Fico feliz que você tenha curtido a entrevista! :)

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  2. Olá Tony, tudo bem?
    Eu nunca li nada do Jim, mas já ouvi falar dele se não me engano. Amei demais a entrevista, ficou ótima viu, meus parabéns. E espero que algum dia eu tenha oportunidade de ler algo dele.

    Abraço!
    http://meumundoraay.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Ray! Tudo bem sim e contigo? Ah, fico feliz que você tenha curtido a entrevista! :) Também espero que você possa ler algo do Jim em breve.

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  3. Oi Tony,
    Não conhecia o autor e nem havia lido nada sobre seus livros, mas fiquei interessada em ler Verme!, vou entrar no site do autor para conhecê-lo um pouco melhor e ver como funciona para adquirir o livro. Gostei muito da entrevista, suas perguntas e as respostas foram muito inteligentes.
    Beijos
    Um Oceano de Histórias

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    1. Oi, Bruna! Entre mesmo e tente ler "Verme!", o livro é ótimo e vale super a pena lê-lo! :) Fico feliz que você tenha gostado da entrevista!

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  4. Oi, Tony!

    Aiiii, esse autor: ♥ Acho esse cabelo e essa barbada um charme! hahahahaha
    Mas vamos nos concentrar no post! Foco, Tamires. hahahahhah

    Eu acho que comentei na resenha de "Verme!" o quanto gostaria de conhecer o trabalho do Jim. Li muitas resenhas, umas negativas, outras positivas...por mais que eu não conheça a história, sei que "Verme!" é um livro muito complexo e não é todo mundo que tem bagagem para compreendê-lo!
    Ótima entrevista. Queria parabenizar o Jim pelas respostas, principalmente a resposta da pergunta número três.

    Beijo
    - Tamires
    Blog Meu Epílogo | Instagram | Facebook

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    1. Oi, Tamires! Hahahahahaha foco, Tamires! rsrsrs
      Pois é, o livro é de fato bem complexo e não é todo mundo que tem bagagem para compreendê-lo. Eu, no caso, pude compreender e adorei a obra! :)
      Obrigado. O Jim arrasou nas respostas, né? Também adorei a resposta dele para essa pergunta! :D

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  5. Oláá Tony, tdo bem??
    Então, minha primeira parceria foi com o Jim ainda quando eu só era Instagramer, acredita??
    Pois é, adorei o realismo que ele coloca no livro, as opiniões fortes e marcantes do Jim, a atenção que ele dá aos leitores e parcerias, e tudo o mais...
    Amei a entrevista, suas perguntas muito bem selecionadas e as respostas incríveis do Jim, o post ficou maravilhoso já que os dois são gênios literários! ;)
    Bjoos

    Jovem Literário

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    1. Oi, Eloísa! Tudo ótimo e contigo? Nossa, que legal! Não sabia disso... O Jim é incrível, né? Tenho um carinho muito grande por ele! E sem falar que ele é super talentoso, né? :)
      Fico feliz que você tenha curtido a entrevista! :D

      PS: Você me considera um gênio literário? Como assim? Acho que não sou isso tudo não... rsrs

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  6. Não conhecia o autor , mas gostei muito de conhecê-lo :)
    Me interessei pelo livro "Verme "
    Beijos

    http://coisasdediane.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Diane! O livro "Verme!" é muito bom, vale a pena ler! :)

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  7. Eu não conhecia o autor, mas ele é lindo hein um charme rsrs tá parei, achei legal que ele fez turismo uma área que não tem muito a ver com literatura e depois se identificou e hoje é um escritor isso foi muito bacana, amei a entrevista
    beijos http://www.blogdaxavier.com.br/

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    1. Oi, Carolina! Hahahaha fico feliz que você tenha curtido a entrevista! :)

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  8. Olá, Tony.
    Excelente entrevista. Ótimas perguntas e o autor respondeu com maestria. Concordo com o autor sobre as editoras. Infelizmente estão interessadas em lucros. Por isso temos tanta coisa ruim publicada ultimamente, tem gente que compra e infelizmente muitos autores bons que por não serem conhecidos, não tem sua sobras publicadas em uma grande editora e tem que arcar com todo o custo.

    Blog Prefácio

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    1. Oi, Sil! Obrigado, fico feliz que você tenha achado isso da entrevista! :) Eu também super concordo com ele, infelizmente o Brasil está cheio de editoras caça-níqueis! :(

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  9. Oi, Tony!
    Eu adorei a entrevista e a sinceridade do autor. Concordo inteiramente com ele quanto a questão de publicar livros atualmente. Na verdade, as editoras pouco se importam com a qualidade. É lamentável, mas é o que acontece.
    Gosto muito da maneira como você se posiciona nas perguntas. :)
    Abraço!

    "Palavras ao Vento..."
    www.leandro-de-lira.blogspot.com

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    1. Oi, Leandro! Fico feliz que você tenha curtido a entrevista! :) Eu também concordo com ele quanto a isso. É uma pena que tenha editoras assim, né? :(
      Haha que bom que você gosta disso! :D

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  10. Oi Tony!

    Menino, dizem que Verme! é muito bom! Claro que já li algumas resenhas negativas, mas acho que tive a sorte de ver muitas positivas. Legal saber que Bukowski foi um dos percursores da paixão dele pela literatura, o cara é muito bom mesmo.

    Beijo!
    http://www.roendolivros.com

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    1. Oi, Ana! "Verme!" é muito bom mesmo. Eu adorei o livro e super recomendo ele! :)

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  11. Que entrevista incrível, Tony! Você formulou perguntas bem importantes, e super concordo com a maioria das respostas do autor também, hoje em dia é fácil qualquer um ser publicado, o difícil é ter uma boa revisão e principalmente divulgar o seu trabalho, torná-lo reconhecido. Ao menos são obstáculos que dá pra serem ultrapassados né

    xx Carol
    http://caverna-literaria.blogspot.com.br/
    Tem resenha nova no blog de "Apenas um dia", vem conferir!

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    1. Oi, Carol! Ah, obrigado. Fico feliz que você tenha achado isso da entrevista! :) Também super concordo com o Jim em relação a isso.

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  12. Oi Tony!
    Concordo com o que o Jim disse: esse espaço para entrevistas com autores nacionais aqui no blog é muito bacana.
    Não sei se eu gostaria dos livros do Jim porque não gosto do estilo do Bukowski e vi que ele é uma grande influencia. Mas desejo muito sucesso com os livros que já foram lançados e com o próximo que está quase aí.
    Beijos,
    alemdacontracapa.blogspot.com

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    1. Oi, Mari! Ah, que bom que você também acha isso! :)

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  13. Ton eu não conhecia o autor.É meu primeiro contato com ele e está de parabéns. Cara ele gosta de Bukowiski. Que ótima "influência"! E Sobre o lance das editoras eu realmente concordo com ele.

    Parabéns pela entrevista.
    Abraço.
    - Diego, Blog Vida & Letras
    www.blogvidaeletras.blogspot.com

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    1. Oi, Di! As influências dele são ótimas, né? Obrigado! :)

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  14. Será que algum dia darei uma entrevista?
    Aliás, eu deveria primeiro escrever meu livro HSUIHAUSIHUSIH
    Acho que deveria ir para Poa! D:
    | A Bela, não a Fera |
    | FB Page A Bela, não a Fera|

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  15. Oi Tony
    Adorei a entrevista, muito bom conhecer mais dos autores!!

    Beijinhos
    http://diariodeincentivoaleitura.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Nessa! Fico feliz que você tenha curtido a entrevista! :)

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  16. Olá, Tony. Tudo bem?
    Não conhecia o Jim, mas adorei ler essa entrevista e poder conhecer.
    Até mais. http://realidadecaotica.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Renato! Tudo ótimo e contigo? Ah fico feliz que você tenha curtido ler a entrevista! :)

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  17. Olá Tony!
    Eu adoro visitar seu blog e conhecer novos autores e livros *-* Adorei saber mais sobre o Jim (que eu não conhecia). Ele parece ser super bacana. Adorei esse cabelão e estilo dele haha
    Beijos, Nathália
    https://livrosdagarotavermelha.wordpress.com/

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    1. Oi, Nath! Ah, fico feliz que você tenha curtido conhecer o Jim! Ele é bem estiloso, né? haha

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